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MORTE... E DEPOIS?
Richard Shimoda, F.R.C.
Por não se ter conseguido até o momento uma comprovação
empírica de que algo sobrevive à morte do corpo físico,
a ciência nega a priori a sobrevivência humana após
esse fenômeno, tão natural e inexorável na vida
de todo o ser vivo. A ciência utiliza depende de uma metodologia
própria, que requer uma instrumentação específica
para aferir resultados. Contudo, é possível que existam
outras formas de verificação que não as utilizadas
pela ciência e são justamente esses outros métodos
que os místicos de todos os tempos empregam para averiguar
assuntos aparentemente além da compreensão humana.
Os místicos postulam que é possível comprovar
a dualidade do ser humano, corpo e espírito, mediante uma
experiência de separação, momentânea,
entre consciência normal e o corpo onde a mesma está
focada. É o que se chama de “projeção
psíquica”. Através desta experiência,
difícil de se conseguir, mas possível após
perseverança, percebe o experimentador que uma forma de consciência
pode existir separada e independentemente do corpo físico.
Estudos e relatos de projeção psíquica vêm
sendo feito há séculos, mas a pesquisa só se
tornou mais popularizada após os testes feitos em laboratórios
de parapsicologia em todo o mundo. Escolas filosóficas como
a dos Rosacruzes, da AMORC, também investigam e desenvolvem
as faculdades latentes do homem, provando, por meio de verificação
pessoal, que fatos como a morte são apenas aparentes. Que
a vida continua e se estende em outros níveis. Não
se trata de crença, mas de conhecimento oriundo da experiência
pessoal.
Serviço:
Ordem Rosacruz, AMORC: Rua Nicarágua, 2620 - 82515-260
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