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AS PESSOAS Amados Visitantes, Saudações
Rosacruzes!
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Cabe questionar: e se não houver outra hora? E se não houver mais tarde? Fábio afirma em sua narrativa: “se eu soubesse que seria a última vez que falaria com minha irmã, certamente diria palavras carinhosas, confortadoras e atenciosas... mas as coisas nos puxam e nós nos envolvemos sem nos dar conta das pessoas que estão à nossa volta. Quantas pessoas que estão em contato conosco ou mesmo distantes, mas que têm uma relação conosco, e nós nem pensamos que elas poderão não estar presentes no próximo Natal.” E pergunta: “por que valorizamos as pessoas apenas quando as perdemos, quando morrem?” Martin Heidegger, filósofo alemão do século passado, nos fala que quando nascemos, nos dirigimos para o nosso ápice, que é ao mesmo tempo o nosso fim. É o que ele chama de “ser para a morte”. Sob uma ótica existencialista, no ato do nascimento começa a caminhada para o omega da vida. Daí a assertiva: “viver é envelhecer”. Se isto é certo, o mais importante é viver, e sobretudo como vivemos o agora, e com qual qualidade de vida vivemos. Nesta perspectiva, o meio da caminhada passa a ser tão ou mais importante que o fim. E para o meio valer a pena, deve ser vivido com as pessoas, deve ser vivido bem com elas. Uma regra que aprendi com a minha querida sóror Helena Strongov é: “primeiro as pessoas, depois as coisas!” Boa Reflexão! Hélio de Moraes e Marques
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